
O presidente Jair Bolsonaro deve definir
até sexta-feira (21) o valor pelo qual pretende prorrogar o auxílio
emergencial pago durante a pandemia e em quantas parcelas adicionais. O
pagamento do benefício contribuiu para aumentar a popularidade do
presidente, mas a um custo mensal de R$ 50 bilhões — equivalente a mais
de 17 vezes o gasto com o Bolsa Família — e é considerado insustentável
para os cofres públicos.
De um lado, o ministro da Economia,
Paulo Guedes, defende um valor na faixa de R$ 200. Líderes de partidos,
porém, querem a extensão até o fim do ano, com uma parcela no patamar de
R$ 600 e outras de R$ 300.
Proposto inicialmente com valor de R$
200 pelo governo, o auxílio deveria durar três meses. Foi prorrogado
depois por mais dois meses. Caso o governo decida propor a nova extensão
por um valor menor, vai precisar encaminhar ao Congresso a alteração
por meio de medida provisória (MP). Neste caso, as características do
programa, como o valor do benefício, por exemplo, podem ser alteradas
por deputados e senadores.
Fonte: O Globo
Nenhum comentário:
Postar um comentário