terça-feira, 18 de agosto de 2020

Funcionários dos Correios no Ceará também aderem ao movimento grevista


Servidores dos Correios no Ceará aderiram à greve nacional da categoria iniciada nesta terça-feira (18). O sindicato dos trabalhadores da categoria afirmam que 70% dos profissionais pararam as atividades e devem permanecer sem trabalhar por tempo indeterminado.

De acordo com a Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas dos Correios e Similares (FENTECT), os grevistas são contra a privatização da estatal, reclamam do que chamam de "negligência com a saúde dos trabalhadores" na pandemia e pedem que direitos trabalhistas sejam garantidos.

Ainda conforme o sindicato, as agências no Ceará estão funcionando, mas com a capacidade de atendimento e de entrega reduzida.

A entidade afirma que desde julho os sindicatos tentam dialogar com a direção dos Correios sobre estes pedidos, o que, segundo eles, não aconteceu. Alegam que, em agosto, foram surpreendidos com a revogação do atual Acordo Coletivo que estaria em vigência até 2021.

De acordo com texto publicado no site da federação, "Foram retiradas 70 cláusulas com direitos como 30% do adicional de risco, vale alimentação, licença maternidade de 180 dias, auxílio creche, indenização de morte, auxílio creche, indenização de morte, auxílio para filhos com necessidades especiais, pagamento de adicional noturno e horas extras."

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