Está na ordem natural do humor este adágio. O problema é que transformar promessas em objetivos alcançados costuma ser mais complicado do que parece, principalmente o político na época de campanha seja presidente; governador e Prefeito; Senador, e Deputados nos âmbitos da União e dos Estados se torna “metamorfose estática” é brincar com a decência dos outros, se tem nem um propósito de cidadania para tal se encerra com a expectativa como ocorre nas pequenas e médias cidades interioranas à promessa de emprego e concurso público quando eleito esses senhores descaradamente esquecem tudo, apenas constitui as promessas para seus bajuladores e olhem lá! Esses planos são revestidos as gordas diárias, reforma de prédios com o objetivo manjado de reformar as reformas físicas e são padrões da “intimidade corruptas” e das “boas e más intenções” antes planejadas para os fins naturais. Para o povo que acredita até não vê , entra ano e sai ano e as promessas concernente de Ano-Novo parecem sempre as mesmas, é cuidar mais da saúde da educação, ampliada pelos milagreiros governadores do PT e aliados; (PMDB, PSDB e alugados PSOL, quase todos, uns santos das excelências. E o povo esqueceu que fechar o básico da economia para politizar ou pior 'politicar' é reverencia de um povo que “papagaia” todas as versões destes prosélitas. Um feliz 2022 lutando pela verdade e pela vida. Muita saúde e paz!
quinta-feira, 30 de dezembro de 2021
PROMESSA DE POLÍTICO NÃO É DÍVIDA E SIM DÚVIDA
quarta-feira, 29 de dezembro de 2021
OMS faz alerta para o Brasil e teme “tsunami” de casos da COVID-19

A OMS fez um alerta para o Brasil. Segundo a entidade, o País precisa estar preparado para um aumento de novos casos, o mesmo que ocorre na Europa.
“O grande número de casos, como vimos anteriormente no Brasil, pode colocar uma enorme pressão sobre o sistema de saúde. Vimos a escassez de oxigênio, tudo isso pode ser gerenciado e ser preparado. Se a onda não vier, não há problema, é uma boa notícia. Mas o Brasil e outros países precisam estar preparados para um aumento nos casos”, disse Mike Ryan, diretor de operações da OMS. As informações são do Valor.
Ele também teme uma “tsunami de casos” pela circulação das variantes Ômicron e Delta. Ainda ressaltou que o vírus vai continuar evoluindo e ameaçando os sistemas de saúde dos países.
“Delta e Ômicron são ameaças gêmeas que estão elevando os casos a números recordes, o que, mais uma vez, está levando a picos nas hospitalizações e mortes”, afirmou
domingo, 26 de dezembro de 2021
Chip implantado sob a pele com o “passaporte sanitário”. Onde vamos parar?
O uso de microchips já é uma realidade que deve servir de grave alerta

Parece coisa de filme de ficção, teoria da conspiração ou especulação apocalíptica sobre o fim do mundo, certo? Mas a verdade é que não é! O uso de microchips que podem ser implantados sob a pele com alguns dos nossos dados, ou com todos eles, incluindo o passaporte sanitário, já é uma realidade que deve servir de grave alerta a todos os que entendem as implicações que algo dessa natureza pode acarretar.
O jornal Aftonbladet, de Estocolmo, capital da Suécia, publicou matéria sobre o fato de os suecos já estarem se submetendo aos implantes de chips com dados da vacinação contra o coronavírus.
E, segundo uma outra matéria, publicada pela rede americana CBN News, cerca de 6 mil suecos já utilizam em sua pele o microchip fabricado pela empresa Epicenter.
Esta semana, um vídeo com a “novidade” viralizou nas redes sociais e também chegou a ser repercutido por mídias especializadas em tecnologia no Brasil, como a Olhar Digital.
Devemos nos preocupar?
Diante dessa realidade, as perguntas que devemos nos fazer são:
até que ponto o uso de um chip implantado sob a pele é um perigo para a
sociedade? O que isso significa para nós, cristãos?
A intenção não é entrar no mérito teológico. Para nós cristãos, o fato de a Bíblia falar de uma “marca” – mais conhecida como a “marca da besta”, a qual será exigida das pessoas para elas fazerem coisas simples como poder comprar comida em um mercado (leia Apocalipse 13:16,17) – inevitavelmente nos leva a associar essa profecia a tais notícias.
No entanto, deixarei a discussão teológica para os especialistas em escatologia, pois o meu foco aqui é ético, político e cultural. Neste sentido, sim, a preocupação não envolve apenas os cristãos, mas qualquer pessoa que preze pela manutenção das suas liberdades.
Maior controle, maiores riscos
O avanço da tecnologia é inevitável. Contudo, ela também nos
traz riscos, pois nem tudo o que diz respeito à evolução tecnológica
representa um bem para o ser humano, em sentido estrito.
Vivemos na era da informatização, na qual a facilidade de comunicação se tornou extrema, devido à modernização dos aparelhos eletrônicos. Por outro lado, nós nos tornamos “escravos” desses aparelhos a ponto de desenvolvermos prejuízos em relação às nossas relações interpessoais. Não por acaso também enfrentamos uma pandemia de doenças da “alma”, como a depressão.
O uso de um chip com dados de saúde, identidade e outras informações pessoais pode ser, para muitos, um avanço quanto a várias facilidades, mas, ao mesmo tempo, representa um maior controle do Estado sobre a nossa vida. Isso porque, quanto mais dependentes nos tornamos da tecnologia, mais dependentes nos tornamos de quem a cria e a mantém.
Um documento físico, por outro lado, uma vez emitido, está em seu poder. É como o dinheiro físico. Uma vez que esteja legalmente em suas mãos, ninguém poderá dizer que não é seu ou restringir o seu direito de como e quando utilizá-lo, pois você não depende de nenhum outro recurso para isso.
Desse modo, você pode ir a qualquer lugar e usar esse dinheiro como bem entender, assim como apresentar os seus dados pessoais em uma folha de papel, sem que tenha a necessidade de passar por um scanner de dados com uma tecnologia que escapa ao seu controle.
E, por mais que muitos argumentem que cédulas físicas não deixariam de existir e que poderiam existir várias camadas independentes de segurança na leitura dos dados dos microchips, a realidade é que nada disso nos dá maior independência em relação a possíveis mecanismos de controle e censura. A lógica nos diz o contrário!
A digitalização das nossas informações de forma tão fácil, a fim de que possam ser lidas por um simples scanner de padaria ou celular, também facilita a vida de governos autoritários que podem, por meio disso, usar essa tecnologia para restringir o acesso a determinados locais, eventos, serviços e atividades.
Se atualmente já estamos vendo isso acontecer com o passaporte sanitário, por meio do celular e de um simples cartão vacinal, nada impede que muito em breve, em nome da “saúde” e da “segurança coletiva”, os ditadores modernos, travestidos de “democratas”, passem a exigir a leitura das nossas informações apenas de forma virtual, a fim de que, pelo cruzamento de dados, eles possam também escanear cada detalhe da nossa vida.
Portanto, como podemos notar, o problema da utilização de chips implantáveis com dados pessoais vai além das profecias bíblicas. Ou seria tudo uma coisa só? O fato é que o bom senso nos diz que essa tecnologia vai na contramão das nossas liberdades individuais, ao mesmo tempo em que cai nas graças da exploração comercial e dos agentes políticos autoritários.
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Marisa Lobo possui graduação em Psicologia, é pós-graduada em Filosofia de Direitos Humanos e em Saúde Mental e tem habilitação para Magistério Superior. |
sábado, 25 de dezembro de 2021
Secretários de saúde dizem que não exigirão aval médico para vacinar crianças
A exigência de receita foi anunciada na véspera pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. O uso do imunizante da Pfizer na faixa etária de 5 a 11 anos já foi liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)

O Conselho Nacional de Secretários de Saúde afirmou ontem que não vai pedir prescrição médica para vacinar crianças contra a COVID-19. A exigência de receita foi anunciada na véspera pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga. O uso do imunizante da Pfizer na faixa etária de 5 a 11 anos já foi liberado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e é defendido pela comunidade científica. Para especialistas, cobrar prescrição prejudica os mais pobres e atrasa a vacinação.
Além da prescrição do médico, Queiroga disse que deverá ser assinado documento de consentimento dos pais. Ainda não há data para a imunização das crianças no Brasil. Na Europa e nos Estados Unidos, por exemplo, o produto da Pfizer já tem sido aplicado.
“Os cientistas do mundo inteiro apontam a segurança e eficácia da vacina para crianças! Ela inclusive já começou a ser aplicada em meninos e meninas de vários países do mundo. Infelizmente há quem ache natural perder a vida de vocês, pequeninos, para o coronavírus”, diz trecho da carta do conselho de secretários, assinada pelo titular da pasta do Maranhão, Carlos Lula, que preside a entidade.
“Jamais seguiremos os negacionistas, independente do cargo que ocupam”, escreveu Camilo Santana (PT), governador do Ceará, no Twitter. O prefeito do Rio, Eduardo Paes (PSD), também refutou. “Aqui não vai precisar de atestado para vacinar crianças não’.
Em nota ontem, a Anvisa – que tem sido alvo de ataques do presidente Jair Bolsonaro – defendeu a vacina. “Crianças e adultos podem contrair a COVID, ficando gravemente doentes, o que pode resultar em hospitalização, e ainda em sequelas e danos à saúde que podem persistir por várias semanas ou mais após a infecção.”
Já Bolsonaro voltou a defender a prescrição ontem, ao ser questionado sobre o assunto. “Qualquer procedimento tem que passar pelas mãos do médico”, disse ele, ao destacar o fato de ter uma filha de 11 anos.
O Ministério da Saúde também iniciou a consulta pública sobre exigir prescrição e a obrigatoriedade da imunização infantil. O procedimento, que não é usual, foi criticado por especialistas e entidades.
Desigualdade
Para Raquel Stucchi, da Sociedade Brasileira de Infectologia, a decisão de vacinar crianças só com prescrição cria uma desigualdade, tendo em vista que crianças com acesso a clínicas privadas conseguirão receitas de forma mais fácil do que aquelas que necessitam do SUS.
“A exigência de receita médica para vacinar as crianças um entrave e aumentará ainda mais a desigualdade no País, pois poucas serão as crianças que terão acesso à prescrição’, afirma a médica.
Ex-presidente da Anvisa, Gonzalo Vecina Neto também é contrário. “Não temos médicos suficientes para fazer tanta receita. A vacina faz parte do PNI (Plano Nacional de Imunizações). Eu sinto que estão propondo uma proposta de escape. Não tem cabimento”, afirma ele, que é professor da Universidade de São Paulo (USP).
Vecina ainda critica a consulta aberta pela pasta. “Uma consulta pública deve ser feita para um assunto com muita controvérsia. A única controvérsia nesse assunto é a opinião do presidente e de negacionistas.”
Consulta pública reforça posições do Ministério da Saúde
A consulta pública sobre vacinação do Ministério da Saúde foi aberta ontem, com instabilidades no sistema online. Além disso, as perguntas incluídas na ação reforçam posições defendidas pelo governo Jair Bolsonaro, que coloca em dúvida a segurança da imunização infantil contra a COVID-19.
O formulário foi inicialmente criado fora de uma plataforma federal e não exigia validação para respostas, como informar CPF ativo. O usuário que tentava responder recebia ao fim a mensagem “O número máximo de pessoas já respondeu a este formulário”.
O Estadão acessou o formulário (criado no Microsoft Forms) e preencheu todas as questões, mesmo ao informar dados de CPF, telefone e cidade inexistentes. Em geral, consultas públicas são hospedadas em plataformas do governo federal, que exige cadastro com validações de segurança.
À tarde, a pasta disse que migraria o formulário para a plataforma Gov.br, que já tem a base do cadastro dos brasileiros
Já as perguntas na lista foram criticadas por especialistas. Havia questionamentos como: “Concorda com a vacinação em crianças de 5 a 11 anos de forma não compulsória conforme propõe o Ministério da Saúde?” ou “Concorda que o benefício da vacinação contra a COVID para crianças de 5 a 11 anos deve ser analisado, caso a caso, sendo importante a prescrição da vacina pelos pediatras ou médico que acompanham as crianças?” Procurada, a pasta não falou sobre as perguntas até o início da tarde.
Blog - Em tese, caso a vacina, o imunizante da pfizer apresente efeitos colaterais a curto, médio e longo prazo nestas crianças, ninguém se responsabilizará. Nem o fabricante, nem os governos que compram e aplicam. Cabe aos pais assinar um termo de compromisso.
sexta-feira, 24 de dezembro de 2021
Decisão do STJ que suspenderia direitos políticos do deputado estadual Jeová Mota não deve impedir candidatura em 2022
A
decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ) proferida pelo relator
Herman Benjamin, que supostamente implicaria na perda dos direitos
políticos do deputado estadual Jeová Mota (PDT), não deve impedir a
candidatura do parlamentar em 2022.
A informação foi confirmada pela assessoria de imprensa de Jeová Mota nesta quinta, 23.
De acordo com a defesa do parlamentar, a veiculação da suposta condenação do ex-prefeito de Tamboril pela Justiça trata-se de uma notícia tendenciosa, com objetivos claros de atingir a imagem ilibada do deputado estadual. Ainda conforme os representantes de Jeová, o processo ainda está em andamento, portanto, não existe a possibilidade imediata de suspensão dos direitos políticos do parlamentar.
“Em dezembro de 2021, o deputado Jeová Mota interpôs recurso no STJ demonstrando que em nenhum dos itens apontados praticou qualquer ato com intenção, má-fé, nem mesmo culpa, assim como não houve prejuízo ao erário público, conforme decidiu o Tribunal Regional Federal da 5ª Região após análise minuciosa e por anos das provas do processo. Na verdade, tudo não passa de mera irregularidade apontada pela CGU, e os recursos mencionados na ação, ao fim e ao cabo, foram todos revertidos ao próprio município”, enfatiza sua Assessoria Jurídica.
Fonte - rádio Poty
Silvio Santos coloca SBT à venda por R$ 1 bilhão, segundo site
Motivo da venda seria a possível aposentadoria do apresentador e dono do canal de televisão, que tem 91 anos de idade e está afastado do Programa Silvio Santos

O apresentador e dono do SBT Silvio Santos autorizou funcionários da emissora a procurar executivos interessados em comprar o canal de televisão, segundo informações do site Notícias da TV. A venda estaria na casa do R$ 1 bilhão.
A motivação da possível venda seria a suposta aposentadoria do homem do baú, que tem 91 anos de idade e tem se afastado do Programa Silvio Santos desde o início da pandemia de covid-19.
Ainda de acordo com o site, um dos representantes que ouviu a proposta de venda alegou que “o SBT é Silvio Santos” e falta um plano de negócios, que foi montado para vender os produtos do apresentador e empresário. Desta forma, foi levantada a questão de “quanto vale o SBT sem o Silvio e sem as empresas do grupo que anunciam no canal”.
Um dos possíveis sondados para comprar
o Sistema Brasileiro de Televisão (SBT) seria o também apresentador e
empresário Carlos Massa, o Ratinho, que já é sócio de Silvio com sua
rede de afiliadas Rede Massa e pelo Programa do Ratinho. Outro
empresário seria o bispo e dono da Record Tv Edir Macedo, que já comprou
à época a TV Record de Silvio na década de 1980.
quinta-feira, 23 de dezembro de 2021
Tragédia na CE-187 - Jovem morre atropelada por carreta entre Crateús e Novo Oriente
A jovem Eridan Fernandes de Souza, morreu no início da noite ontem (22), ao ser atropelada por uma carreta na CE-187, no trecho entre as cidades de Crateús e Novo Oriente. A vítima era passageira da motocicleta que estava sendo conduzida por sua prima Carolaine Fernandes, 23 anos, que saiu ferida no acidente.
As duas jovens haviam saído de Crateús e se dirigiam para a residência de familiares na localidade de Tombador, na zona rural do município e quando deixavam a rodovia para adentrar numa estrada vicinal de acesso a localidade, uma carreta fez uma ultrapassagem e colheu a motocicleta. Eridan teve o corpo totalmente mutilado e morreu no local. A prima dela, Carolaine, sofreu escoriações e foi socorrida para o Hospital São Lucas em Crateús.
Fatalidade
Eridan havia chegado ontem (22), do Estado do Rio de Janeiro onde morava há 5 anos, com o intuito de passar as festas natalinas com a família, e acabou sendo vítima deste trágico acontecimento.
Após o acidente o motorista da carreta, Josiel Damasceno Kenupe, que reside no Estado de Santa Catarina, compareceu à Delegacia Municipal de Novo Oriente onde prestou esclarecimentos.
O corpo da jovem foi levado para o IML de Crateús.
Repórteres: Lindon Johnson/Tony Sale
terça-feira, 21 de dezembro de 2021
Ipueirense é a primeira indígena a publicar livros em cordel no Brasil
Os versos da cearense Auritha Tabajara estão prestes a morar na maior biblioteca do mundo. De Ipueiras (a 300 Km de Fortaleza) a Washington, D.C, nos Estados Unidos, a primeira mulher indígena a publicar livros em cordel no Brasil terá a trajetória literária preservada e reconhecida pela instituição Library of Congress (Biblioteca do Congresso).
A obra “Coração na aldeia, pés no mundo” (2018), com xilogravuras de Regina Drozina, e os folhetos “A sagrada pedra encantada” (2019) e “Diário de uma índia nordestina” (2019) foram doados pela autora, na última quarta-feira (8), para compor o acervo internacional.
Auritha foi localizada pela representante bibliográfica da Biblioteca do Congresso dos EUA, Magaly Pedroso, por meio de um perfil biográfico publicado em março deste ano no Diário do Nordeste. Nas pesquisas rotineiras que realiza em busca de cordelistas, a bibliotecária paulista se viu atraída pelo trabalho da cearense, inclusive pelo pioneirismo a ele atribuído.
“Na mesma hora, ela perguntou onde eu estava e disse que ia me ver. Uma pessoa maravilhosa, que eu gostei muito de conhecer. Ela me explicou direitinho o processo de envio das minhas obras aos Estados Unidos! Estou ficando chique!”, brincou Auritha ao telefone, antes de começar as gravações do documentário biográfico “A Mulher sem Chão”, com estreia prevista para 2022.
ACERVO BRASILEIRO DE CORDÉIS
É um presente conhecer Auritha e estar próximo de pessoas como ela, que estão se lançando, produzindo, mesmo com as dificuldades de reconhecimento no Brasil”, relata a representante bibliográfica Magaly Pedroso, há doze anos vinculada à instituição norte-americana.
Com mais de 155 milhões de itens – livros, manuscritos, jornais, revistas, mapas, vídeos e gravações de áudio -, incluindo materiais disponíveis em 470 idiomas, a Biblioteca do Congresso está localizada em três edifícios, na capital dos Estados Unidos, e ganhou o título de maior do mundo tanto pelo espaço de armazenagem como pelo número de obras. Segundo a instituição, o acervo de “livrinhos brasileiros” do American Folklife Center (AFC) foi criado na década de 1970, com a aquisição da coleção Sol Biderman. O escritório do Rio e a Divisão Hispânica em Washington trabalharam com a AFC nos últimos 40 anos para transformar esta seleção básica em uma das maiores do mundo, compreendendo mais de 11 mil itens, alguns já na década de 1930.
Contabiliza-se, anualmente, a seleção de 300 a 600 “livrinhos”, adquiridos em viagens de campo aos estados do Nordeste e Norte do Brasil, feiras do livro e visitas a autores (cordelistas) e associações de cordel.
Mas, até agora, Auritha Tabajara não constava nesta lista.
Aliás, a cearense já aproveitou a oportunidade do primeiro encontro para entregar, junto com o próprio trabalho, o cordel da filha, Ana Jasly, intitulado “Kunhataim Tabajara em São Paulo” (2020).
Ficou para uma outra ocasião a entrega do livro de estreia de Auritha, “Magistério Indígena em versos e poesia” (2007), que já foi considerado leitura obrigatória nas escolas públicas pelo Estado do Ceará, mas hoje se encontra esgotado.
A conquista é celebrada pela cordelista em nome de toda a família Tabajara.
“Significa muito meu livro estar indo para a biblioteca de outro país! Me sinto janelas abertas para a voz de outras mulheres. Um orgulho para minha avó, ela se sente representada. Estou mega feliz por essa conquista. Lógico que temos ainda muito o que conquistar. Por ser uma mulher indígena, nordestina e lésbica, é muito complicado estar nos espaços”, reforça, trazendo todas essas experiências em sua poesia.
Fonte - Diário do Nordeste
domingo, 19 de dezembro de 2021
Tomar café ou chá pode diminuir em 30% risco de demência ou AVC, diz pesquisa
Os números são assustadores. Mais de 50 milhões de
pessoas tiveram demência em 2019, no mundo, e calcula-se que esse número
possa chegar a 152 milhões em 2050. Demência tem várias causas, dentre
elas a doença de Alzheimer e o AVC — acidente vascular cerebral.
Alzheimer começa de mansinho com a perda de memória que todo idoso tem,
mas em alguns indivíduos se agrava, vira demência e dura longos anos,
com muito sofrimento para os pacientes e as famílias. Já o AVC é súbito e
tem diferentes consequências. Responde por 10% das mortes no mundo, e é
a maior causa de incapacidade funcional com a idade, embora a
mortalidade tenha diminuído recentemente. O problema é grave, pois os
tratamentos disponíveis para ambas as condições são paliativos e pouco
eficazes. O que fazer?
A ideia prevalente entre cientistas e
profissionais de saúde é buscar formas de prevenir ou retardar a
ocorrência de demência e AVC nos mais velhos. Atividade física e
intelectual, alimentação saudável, controle da obesidade e do diabetes
são reconhecidamente úteis para manter a saúde física e mental no
envelhecimento. Uma alternativa controversa que agora parece se
consolidar cientificamente é o consumo de café e chá. Quem diria...
Mas
é fato. O benefício do café e do chá consumidos diariamente foi alvo de
um estudo prospectivo — de longo intervalo entre o início e o final —
publicado recentemente por pesquisadores chineses no Reino Unido. O
grupo usou dados do Biobanco daquele país. Biobanco é um repositório
estruturado de informações biológicas sobre pessoas — muitas pessoas —
disponível para a pesquisa. São amostras de sangue e outros líquidos
corporais, fragmentos de tecidos e órgãos, inclusive o cérebro,
cuidadosamente conservados para o escrutínio científico. E dados
demográficos, físicos e psicológicos dos participantes voluntários. O
Brasil tem um biobanco de grande prestígio na Faculdade de Medicina da
USP, bastante
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