Refinaria: e tudo era clandestino
Se teve fins eleitoreiros, a Agência Nacional do Petróleo (ANP), que acaba de revelar a verdade, não disse – ainda.
Surge, então, a pergunta: como o governo do Ceará pode investir R$ 657 milhões na compra e terraplenagem da área que seria ocupada por algo que, oficialmente, jamais existiu?
A ANP deve obrigar, agora, a Petrobras – ou os seus recentes dirigentes – a devolver o que o Ceará investiu.
Para a ANP, a Premium II, assim como a Premium I, cujas obras começaram nas cercanias de São Luís do Maranhão, jamais existiram.
Ou seja, a ANP nunca recebeu informação oficial da Petrobras acerca dos dois projetos.
No Brasil nada mais falta acontecer.
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