domingo, 13 de março de 2022

Acadêmica de Medicina estrangulada emorta pelo namorado era sobrinha do ex-senador Eunicio Oliveira

Ela era natural de Barro, cursava o sexto semestre de Medicina numa faculdade da capital paraibana e era sobrinha do ex-senador e presidente do Congresso Nacional.


A jovem acadêmica de medicina, Mariana Thomaz de Oliveira, 25 anos, foi assassinada neste sábado (12), no interior de seu apartamento no bairro Cabo Branco, cursava o sexto período de medicina numa faculdade da capital paraibana e era natural de Barro, sobrinha do ex-senador e presidente do Congresso Nacional, Eunício Oliveira. O cadáver apresentava lesões no pescoço e marcas evidentes que a garota foi morta por estrangulamento. 

As informações iniciais colhidas pela polícia dão conta que a jovem universitária tinha ido a uma festa na sexta-feira da qual retornou direto para o apartamento com o namorado. Na madrugada deste sábado, o empresário do ramo cerâmico Johannes Dudeck, de 31 anos, teria acionado o SAMU, informando que a mesma tinha passado mal. Ele prestou depoimento e, em virtude das marcas de violência, terminou ficando preso na Central de Polícia e aguarda audiência de custódia. 

De acordo com o laudo, a causa da morte da estudante Mariana Thomáz foi por esganadura. Segundo a polícia, o namorado dela possui histórico de violência. Em setembro de 2020, foi preso por violência doméstica contra a ex-companheira. Além das agressões ele teria explodido o carro do ex-cunhado. Na época, o empresário tentou fugir, mas foi preso no bairro Cabo Branco. A polícia civil informou ainda que o suspeito já tem outras três acusações por crimes de violência doméstica. 

O corpo de Mariana Thomáz vai ser velado na Rua Raimundo Gomes de Holanda (Rosário) no município de Lavras da Mangabeira. Após a celebração de missa na Igreja Matriz às 16h30min deste domingo, amigos e familiares prestarão as ultimas homenagens antes do sepultamento no Cemitério de Lavras da Mangabeira.

Com informações do portal Miséria

sábado, 12 de março de 2022

Olfato sensitivo das formigas podem ajudar no diagnóstico precoce do câncer.


Uma das principais causas de morte no mundo, o diagnóstico de câncer precoce pode alterar significativamente a expectativa de vida do paciente. Para tornar o processo de diagnóstico mais rápido e fácil, pesquisadores da Universidade de Sorbonne, na França, decidiram testar se o olfato sensitivo das formigas poderia ser uma ferramenta para diferenciar células cancerígenas de amostras saudáveis. Os resultados, publicados na revista científica iScience, são animadores e mostram que o uso dos insetos para o diagnóstico é possível com apenas trinta minutos de treinamento. A descoberta abre portas para o desenvolvimentos de técnicas menos invasivas e menos custosas para a identificação da doença.

Os pesquisadores partiram de estudos que já demonstravam essa capacidade em cachorros. Um deles, realizado nos Estados Unidos, descobriu que cães conseguem “farejar” o câncer em amostras de sangue e saliva com 95% de precisão. No entanto, uma desvantagem no uso dos caninos é que eles demandam mais tempo para serem treinados — de meses a um ano — e os protocolos de ensinamento são mais intensos.

Por isso, os responsáveis do novo estudo decidiram testar se a mesma capacidade olfativa que é observada nas formigas poderia funcionar para o diagnóstico do câncer de forma mais fácil — e os resultados foram considerados um sucesso.

Essa capacidade de identificação acontece devido aos compostos orgânicos voláteis, unidades de carbono presentes nas células cancerígenas que funcionam como biomarcadores para animais com o olfato sensitivo, como cachorros e formigas.

Cadastro biométrico passa a ser obrigatório para concessão de benefícios do INSS

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) informou que vai ampliar a exigência de cadastro biométrico para a concessão de benefícios prev...